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root 360a3e2b…5d1d · depth 1 · · selected 360a3e2b…5d1d

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| | title = Livros sobre Economia : Economia                                                                           |
| | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1q92k3g/livros_sobre_economia/                                    |
| | date = 2026-01-15                                                                                                  |
| | archiveurl = http://archive.today/6e9VD                                                                            |
| | archivedate = 2026-01-15 }}                                                                                        |
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TAnOTaTU -- 47d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = PIB de 2,3%: o “ajuste fiscal” sabota Lula Outras Palavras
|    | url = https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/pib-de-23-o-ajuste-fiscal-sabota-lula/
|    | date = 2026-03-10
|    | archiveurl = http://archive.today/V3xOY
|    | archivedate = 2026-03-10 }}
|    reply
TAnOTaTU -- 47d [parent] 
|    A Economia da União Soviética - URSS | PreserveTube
|    https://preservetube.com/watch?v=Lx4NHCGoGtQ
|    
|    Esta resenha crítica analisa a queda da União Soviética (URSS) sob uma ótica marxista, fundamentando-se no
|    relato que explora as contradições estruturais entre a produção voltada à defesa e a negligência das
|    necessidades de consumo da classe trabalhadora.
|    O Colapso Planejado: Entre o Militarismo e a Alienação do Consumo
|    A trajetória da URSS, conforme apresentada, destaca um avanço técnico formidável, particularmente na indústria
|    aeroespacial e de defesa, consolidado após o sacrifício humano monumental da Segunda Guerra Mundial. Contudo, a
|    análise revela uma falha crítica na gestão da economia planificada: o setor de bens de consumo. Enquanto o
|    complexo industrial-militar florescia, a vida cotidiana do cidadão soviético estagnava, criando um abismo
|    tecnológico entre o que se lançava ao espaço e o que chegava às prateleiras.
|    Sob a perspectiva marxista, o Estado falhou ao não realizar o "transbordamento" da tecnologia militar para a
|    economia civil. Enquanto nos EUA o capital privado, financiado pelo Estado, amortizava custos de pesquisa para
|    criar produtos de massa, na URSS o sigilo e a centralização excessiva isolaram a inovação dentro dos quartéis.
|    Isso gerou uma forma de alienação econômica, onde a população via nos vizinhos capitalistas uma qualidade de
|    vida material inalcançável sob o regime vigente, minando a legitimidade do sistema.
|    Perestroika e a Ascensão da Nova Burguesia (Oligarcas)
|    A tentativa de reforma de Mikhail Gorbachev, através da Perestroika e da Glasnost, é criticada por sua execução
|    abrupta e mal planejada. Do ponto de vista da luta de classes, a abertura não democratizou a produção; ao
|    contrário, a transição sob Boris Yeltsin permitiu que a propriedade social fosse capturada por uma elite, dando
|    origem aos oligarcas.
|    O texto argumenta que:
|    * A abertura econômica foi entregue a poucos, em vez de ser pulverizada para fomentar a concorrência e a
|    produtividade.
|    * Essa concentração de poder resultou no que o autor chama de "oligarquia liberal", onde grandes corporações
|    ditam os rumos do mundo, subvertendo a premissa de uma economia voltada para o bem-estar social.
|    * A intervenção posterior de Vladimir Putin é vista como um movimento de "enquadramento" desses oligarcas para
|    que servissem aos interesses nacionais, evitando que fossem cooptados pelo imperialismo estadunidense.
|    O Modelo Chinês como Antítese
|    Uma parte vital da crítica reside na comparação com a China de Deng Xiaoping. Diferente da URSS, que priorizou a
|    defesa acima de tudo, a China inverteu as prioridades: ciência, agricultura e indústria de base vieram antes do
|    poderio militar. A China adotou um "socialismo de mercado" que permitiu a iniciativa privada em pequena e média
|    escala para gerar eficiência, mas manteve o controle estatal sobre os setores estratégicos.
|    Essa estratégia evitou o colapso soviético ao garantir que o desenvolvimento das forças produtivas resultasse em
|    melhoria real na vida das massas, antes de se lançar em uma corrida armamentista exaustiva contra o Ocidente.
|    Conclusão
|    A queda da URSS não foi apenas um erro de gestão, mas o resultado de uma economia que se tornou vítima de seu
|    próprio expansionismo militar e da incapacidade de adaptar sua planificação central à diversidade das demandas
|    de consumo. A história, como aponta o autor, serve de lição: o abandono do controle estatal sobre os meios de
|    produção em favor de oligarquias leva inevitavelmente ao declínio imperial e social.
|    Gostaria que eu fizesse uma análise comparativa mais detalhada entre os planos quinquenais soviéticos e as
|    Quatro Modernizações chinesas mencionadas no texto?
|    reply
TAnOTaTU -- 43d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Atualizei o diagrama do Sistema Financeiro Brasileiro clássico — está…
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1rsr90h/atualizei_o_diagrama_do_sistema_financeiro/
|    | date = 2026-03-15
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TAnOTaTU -- 43d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Tabela que sumariza as principais correntes do pensamento econômico b…
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1rt87x8/tabela_que_sumariza_as_principais_correntes_do/
|    | date = 2026-03-15
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TAnOTaTU -- 42d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Não era pra estarmos entre as 5 maiores economias do mundo? : Economia
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1rtkwwb/não_era_pra_estarmos_entre_as_5_maiores_economias/
|    | date = 2026-03-15
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TAnOTaTU -- 40d [parent] 
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TAnOTaTU -- 40d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Por que o Brasil vem se desindustrializando desde meados dos anos 80?…
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1rva1or/por_que_o_brasil_vem_se_desindustrializando_desde/
|    | date = 2026-03-17
|    | archiveurl = http://archive.today/GbyQ1
|    | archivedate = 2026-03-17 }}
|    
|    Esta resenha analisa o fenômeno da desindustrialização brasileira sob uma ótica marxista, utilizando como base
|    discussões sobre a transição do modelo de Substituição de Importações (ISI) para a agenda neoliberal.
|    A Acumulação Primitiva e o Caráter Perverso do ISI
|    O processo de industrialização brasileiro, fundamentado no modelo ISI, não foi um projeto de soberania popular,
|    mas sim um mecanismo macroeconômico de transferência de renda das massas para a classe burguesa. Historicamente,
|    o custo dessa transição foi repassado ao fator trabalho, o elo mais fraco da economia política nacional.
|    Sob a perspectiva do materialismo histórico, a formação de oligopólios permitiu que indústrias domésticas
|    cobrassem lucros muito acima do custo marginal, repassando ineficiências produtivas para os preços finais pagos
|    pelo trabalhador. O Estado, ao atuar como financiador desse desenvolvimento através da emissão monetária, gerou
|    um "imposto inflacionário" que transferiu riqueza dos assalariados (que não podiam proteger seu capital)
|    diretamente para o empresariado burguês.
|    O Exército Industrial de Reserva e o Arrocho Salarial
|    A análise marxista encontra eco no uso do modelo de dualidade de Lewis para explicar o êxodo rural massivo entre
|    as décadas de 60 e 80. A mecanização do campo e a concentração fundiária criaram um "exército industrial de
|    reserva" praticamente inesgotável nos centros urbanos, o que manteve os salários estruturalmente baixos.
|    Políticas de Estado, como a fórmula salarial do PAEG durante a ditadura militar, institucionalizaram o arrocho.
|    O objetivo era duplo e servia inteiramente ao capital: conter a inflação ao quebrar a inércia dos dissídios e
|    elevar a taxa de lucro da indústria. O jargão da época, "fazer o bolo crescer para depois dividir", revelou-se
|    uma falácia, pois o investimento subsequente ocorreu à custa de uma concentração de renda brutal, criando a
|    chamada "Belíndia": uma elite com consumo belga sustentada por uma massa trabalhadora com indicadores de miséria
|    indianos.
|    Neoliberalismo e a Divisão Internacional do Trabalho
|    A partir dos anos 80 e 90, o Brasil abandonou o nacional-desenvolvimentismo em favor de uma agenda
|    liberalizante. De uma perspectiva marxista, essa abertura não foi um erro de cálculo, mas a submissão do país à
|    nova Divisão Internacional do Trabalho. Enquanto nações como a Coreia do Sul e Taiwan tiveram apoio geopolítico
|    dos EUA para desenvolverem indústrias de alta tecnologia como barreira ideológica ao comunismo, o Brasil foi
|    forçado a se abrir sem contrapartidas tecnológicas.
|    A desindustrialização acelerada é, portanto, o resultado de uma elite nacional que nunca se beneficiou de uma
|    indústria competitiva e autônoma, preferindo retornar à condição de exportadora de commodities (soja, minério,
|    petróleo). Esse processo de "reprimarização" condena o país à dependência externa, onde o valor de "uma tonelada
|    de iPhones" é infinitamente superior ao de "uma tonelada de soja", mantendo o Brasil como um fornecedor
|    periférico de recursos para os centros do capitalismo global.
|    Conclusão
|    A desindustrialização brasileira não é apenas um fenômeno econômico, mas um projeto de classe. A transição do
|    protecionismo oligárquico para o liberalismo dependente manteve intacta a exploração do trabalhador, seja pela
|    inflação e arrocho no passado, seja pela precarização e perda de soberania tecnológica no presente. O fim da
|    "janela de oportunidade" para setores de alto valor agregado, como semicondutores, consolida a posição
|    brasileira na periferia do sistema-mundo.
|    
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TAnOTaTU -- 38d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Brasil segue em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo; Copom …
|    | url = https://iclnoticias.com.br/economia/brasil-2-ranking-juros-mundo/
|    | date = 2026-03-19
|    | archiveurl = http://archive.today/bbq4G
|    | archivedate = 2026-03-19 }}
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TAnOTaTU -- 38d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = No ritmo ou taco o pau? : Economia
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1rw8p0i/no_ritmo_ou_taco_o_pau/
|    | date = 2026-03-19
|    | archiveurl = http://archive.today/jpuQU
|    | archivedate = 2026-03-19 }}
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TAnOTaTU -- 36d [parent] 
|    O neoliberalismo não venceu um debate intelectual — se impôs pelo poder. Vivek Chibber analisa como empregadores
|    e elites políticas nas décadas de 1970 e 80 transformaram a crise econômica em uma oportunidade para remodelar a
|    sociedade a seu próprio modo.
|    https://jacobin.com.br/2026/03/o-poder-e-nao-a-teoria-economica-criou-o-neoliberalismo/
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TAnOTaTU -- 30d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Guerra no Irã: A arma secreta do Brasil contra crises do petróleo, se…
|    | url = https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckge01zmd7vo
|    | date = 2026-03-27
|    | archiveurl = http://archive.today/qCuP3
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TAnOTaTU -- 30d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Brasilnomia – o que mostra a experiência chinesa? Outras Palavras
|    | url = https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/brasilnomia-o-que-mostra-a-experiencia-chinesa/
|    | date = 2026-03-27
|    | archiveurl = http://archive.today/ftqbF
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TAnOTaTU -- 29d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Escola 'made in Nordeste' muda cara do ensino de economia - 23/03/202…
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|    https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2026/03/pesquisa-de-ponta-made-in-nordeste-muda-a-cara-do-ensino-de-e
|    conomia-no-brasil.shtml?pwgt=kc71xaa3gz3tw12kczvh7s3owns5fugiqmn0i99l2tpufpqa
|    | date = 2026-03-28
|    | archiveurl = http://archive.today/tUzLL
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|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Como a China se preparou para uma crise mundial do petróleo e qual é …
|    | url = https://www.bbc.com/portuguese/articles/cge07g93qd2o?at_campaign=ws_whatsapp
|    | date = 2026-03-29
|    | archiveurl = http://archive.today/psDDI
|    | archivedate = 2026-03-29 }}
|    
|    Esta resenha crítica analisa a estratégia energética chinesa diante da crise no Estreito de Ormuz (março de
|    2026), sob a ótica do materialismo histórico e da economia política marxista. O texto de base detalha como a
|    China se preparou para o choque no abastecimento provocado pela guerra entre Irã, EUA e Israel.
|    O Capitalismo de Estado e a Planificação Estratégica
|    Diferente das economias de mercado periféricas citadas (como Filipinas e Indonésia), que operam sob a lógica
|    imediata da escassez, a China demonstra a força da planificação centralizada do Estado. Do ponto de vista
|    marxista, isso representa o uso do aparelho estatal para mitigar as contradições do mercado mundial. Pequim
|    acumulou reservas estratégicas estimadas entre 900 milhões e 1,4 bilhão de barris, aproveitando anos de preços
|    baixos para criar um "colchão" contra a volatilidade inerente ao sistema capitalista global.
|    Diversificação como Tática Anti-Imperialista
|    A dependência de rotas controladas ou ameaçadas por potências ocidentais é um gargalo para qualquer nação que
|    desafie a hegemonia atual. A China responde a isso com uma diversificação geográfica e técnica:
|    * A Aliança com a Rússia: Ao tornar a Rússia seu maior fornecedor via oleodutos terrestres, a China foge do
|    cerco marítimo no Sul e do bloqueio de Ormuz.
|    * Transição Energética e Autonomia: A liderança em energia verde e o uso de carvão nacional são interpretados
|    aqui não apenas como medidas ecológicas, mas como o desenvolvimento das forças produtivas para reduzir a
|    submissão aos mercados internacionais de commodities.
|    As Contradições e o "Ponto Fraco"
|    O texto aponta que o aumento dos custos do petróleo atinge a indústria petroquímica e o setor de transportes.
|    Sob a lente marxista, isso reflete a dependência residual da China em relação à divisão internacional do
|    trabalho. Mesmo com veículos elétricos representando um terço das vendas, a economia chinesa ainda está
|    integrada a fluxos globais de valor que são vulneráveis a conflitos geopolíticos orquestrados por potências
|    imperialistas.
|    A tentativa de Pequim de controlar preços internos ao proibir exportações de combustíveis é uma clara
|    intervenção para proteger a reprodução social e a estabilidade da classe trabalhadora chinesa contra a inflação
|    importada. No entanto, o custo adicional das importações de guerra terá de ser absorvido pelo Estado ou pelo
|    capital industrial, evidenciando que, no atual estágio do desenvolvimento global, o isolamento completo das
|    crises do capital é impossível.
|    Gostaria que eu analisasse como essa crise energética impacta especificamente a relação de trabalho nas fábricas
|    de eletrônicos do sul da China?
|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = André Lara Resende falando sobre a dívida pública brasileira : Econom…
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1s6y2ct/andré_lara_resende_falando_sobre_a_dívida_pública/
|    | date = 2026-03-29
|    | archiveurl = http://archive.today/MYDX1
|    | archivedate = 2026-03-29 }}
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|    reply [1 reply]
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Top 10 universidades de economia de acordo com a Folha de São Paulo :…
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1s6xnsq/top_10_universidades_de_economia_de_acordo_com_a/
|    | date = 2026-03-29
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|    | archivedate = 2026-03-29 }}
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TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Ajuda com TCC de pós-graduação em economia? : Economia
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1s6kp9j/ajuda_com_tcc_de_pósgraduação_em_economia/
|    | date = 2026-03-29
|    | archiveurl = http://archive.today/6OYEi
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|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = 📦 Estudante de Comércio Exterior Opiniões sobre Brasil x China? : …
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1s6hil2/estudante_de_comércio_exterior_opiniões_sobre/
|    | date = 2026-03-29
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|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Seria possível todo brasileiro ter dinheiro aplicado? : Economia
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1s6fv30/seria_possível_todo_brasileiro_ter_dinheiro/
|    | date = 2026-03-29
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|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Carreira em big4 pra economistas : Economia
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1s6dguv/carreira_em_big4_pra_economistas/
|    | date = 2026-03-29
|    | archiveurl = http://archive.today/yR7Cu
|    | archivedate = 2026-03-29 }}
|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Japan’s Debt-to-GDP 'Crisis': Why The ‘Experts’ Failed While MMT Got …
|    | url = https://mmt101.substack.com/p/japans-debt-to-gdp-crisis-why-the?triedRedirect=true
|    | date = 2026-03-29
|    | archiveurl = http://archive.today/4duTu
|    | archivedate = 2026-03-29 }}
|    
|    {{cite web
|    | title = A 'Crise' da Dívida/PIB do Japão: Por Que Os 'Especialistas' Falharam…
|    | url = https://www.reddit.com/r/Economia/comments/1s62091/a_crise_da_dívidapib_do_japão_por_que_os/
|    | date = 2026-03-29
|    | archiveurl = http://archive.today/KD7Ot
|    | archivedate = 2026-03-29 }}
|    
|    Esta é uma resenha crítica do artigo "A 'Crise' da Dívida/PIB do Japão: Por Que Os 'Especialistas' Falharam
|    Enquanto a TMM Acertou", analisada sob uma perspectiva marxista.
|    Resumo da Obra
|    O artigo defende que a economia do Japão, apesar de possuir uma dívida pública superior a 235% do PIB, não
|    entrou em colapso devido à sua soberania monetária. Utilizando os princípios da Teoria Monetária Moderna (TMM),
|    o autor argumenta que o Japão, como emissor da sua própria moeda (o iene), não pode ficar sem dinheiro nem ser
|    forçado à insolvência. O texto refuta as previsões ortodoxas de que o excesso de gastos levaria a taxas de juros
|    astronômicas e inflação descontrolada, apontando que o Banco do Japão controla as taxas de juros e que a
|    inflação é limitada pela disponibilidade de recursos reais, não pela quantidade de moeda.
|    Análise Crítica sob a Perspectiva Marxista
|    1. O Fetichismo da Moeda e o Limite do Capital
|    Embora a TMM acerte ao desmistificar a "falência" de um Estado emissor, a perspectiva marxista observa que o
|    artigo trata a moeda como uma ferramenta técnica neutra, ignorando que ela é uma expressão das relações sociais
|    de produção. Para o marxismo, o capital não é apenas dinheiro, mas um valor em processo de valorização que
|    depende da extração de mais-valia. O artigo menciona que o Japão enfrenta "estagnação" e restrições reais, como
|    o envelhecimento populacional, mas não aprofunda como a queda na taxa de lucro e a superacumulação de capital
|    são as causas subjacentes que impedem que o gasto estatal gere um crescimento dinâmico.
|    2. O Estado como Comitê Gestor da Burguesia
|    O texto destaca que os déficits governamentais fortaleceram o setor privado ao adicionar ativos financeiros
|    líquidos. De uma ótica marxista, isso evidencia o papel do Estado capitalista em sustentar a rentabilidade
|    privada através da socialização dos riscos e custos. A dívida pública, portanto, funciona como um mecanismo de
|    transferência de riqueza para o capital financeiro, mesmo que as taxas de juros sejam mantidas baixas pelo Banco
|    Central para evitar o colapso do sistema.
|    3. Desigualdade e a Reprodução da Pobreza
|    O autor admite que o Japão possui níveis significativos de "pobreza relativa" (cerca de 15,4% a 16,3%) e
|    desigualdade de gênero. Do ponto de vista marxista, essa pobreza não é uma falha de gestão monetária, mas uma
|    necessidade estrutural do capitalismo para manter um "exército industrial de reserva" e pressionar os salários.
|    O fato de o governo poder emitir moeda mas não erradicar a pobreza demonstra que o limite do sistema não é
|    financeiro, mas político-social: a prioridade do Estado é a preservação das relações de propriedade e a
|    acumulação de capital, não o bem-estar da classe trabalhadora.
|    4. A Ilusão da Abundância Monetária vs. Recursos Reais
|    O artigo reconhece corretamente que o limite real para a expansão econômica são os recursos materiais (energia,
|    mão de obra). No entanto, sob a lente marxista, a crise japonesa de décadas ilustra a contradição entre as
|    forças produtivas e as relações de produção. Injetar ienes no sistema pode evitar a falência nominal, mas não
|    resolve a crise de subconsumo ou a incapacidade do capital de encontrar esferas produtivas lucrativas o
|    suficiente para absorver o excesso de liquidez, resultando no que a ortodoxia chama de "armadilha da liquidez".
|    Conclusão
|    A obra é eficaz em desmascarar o terrorismo fiscal da economia ortodoxa, mas falha ao sugerir que a soberania
|    monetária é uma solução para as contradições intrínsecas do capitalismo. Para o marxismo, a "resiliência"
|    japonesa é, na verdade, uma gestão prolongada da decadência, onde o Estado utiliza seu poder de emissão para
|    manter um sistema moribundo em funcionamento, sem jamais enfrentar a raiz do problema: a exploração do trabalho
|    e a lógica privada da produção.
|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    {{cite web
|    | title = Plano econômico de Zema prevê jornada sem limite - 29/03/2026 - Paine…
|    | url =
|    https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/03/plano-economico-de-zema-preve-jornada-sem-limite-ampliacao-
|    do-simples-e-reforma-da-previdencia-permanente.shtml
|    | date = 2026-03-29
|    | archiveurl = http://archive.today/aQhmN
|    | archivedate = 2026-03-29 }}
|    
|    Análise Crítica: O Plano Zema e a Radicalização da Exploração Neoliberal
|    O programa econômico da candidatura de Romeu Zema (Novo) à Presidência, detalhado em março de 2026, apresenta-se
|    como a síntese de um projeto de classe que visa aprofundar a subsunção do trabalho ao capital no Brasil. Sob a
|    coordenação de Carlos da Costa, ex-membro da equipe de Paulo Guedes, o plano não apenas resgata a agenda
|    neoliberal inconclusa do governo Bolsonaro, mas a radicaliza em frentes cruciais para a acumulação capitalista.
|    A Jornada "Sem Limites" e a Precarização Estrutural
|    O ponto central e mais alarmante do projeto é a instituição de uma jornada de trabalho remunerada por hora e sem
|    limites. Sob a ótica marxista, essa proposta representa uma tentativa direta de aumentar a extração de
|    mais-valia absoluta, ao desintegrar as barreiras legais que protegem a força de trabalho do desgaste físico e
|    mental extremo.
|    * Individualização e Fragilidade: Ao promover a ideia de que "cada um trabalha o quanto bem entender", o plano
|    ignora a desigualdade de poder inerente à relação capital-trabalho. Na ausência de limites coletivos, a
|    "liberdade" do trabalhador torna-se a obrigação de se submeter a jornadas exaustivas para garantir a
|    subsistência mínima.
|    * Ataque aos Direitos Conquistados: A proposta se coloca em oposição frontal aos movimentos sociais que
|    pleiteiam a redução da jornada, como o fim da escala 6x1, buscando, ao contrário, desregulamentar totalmente o
|    tempo de vida do trabalhador em favor da produtividade do capital.
|    Privatização Total: A Entrega da Riqueza Social
|    O plano prevê a alienação das "joias da coroa" do Estado brasileiro: Petrobras, Banco do Brasil e Caixa
|    Econômica Federal.
|    * Acumulação por Despossessão: De uma perspectiva crítica, a privatização total de empresas estratégicas não é
|    apenas uma medida de eficiência fiscal, mas uma forma de transferência da riqueza produzida socialmente para o
|    controle privado internacional e nacional.
|    * Mercantilização de Serviços Básicos: A entrega de bancos públicos, que historicamente cumprem funções sociais
|    e de fomento, sinaliza a priorização do lucro financeiro sobre as necessidades da classe trabalhadora e o
|    desenvolvimento nacional.
|    Reforma Permanente e o Exército de Reserva
|    A proposta de uma reforma da Previdência "permanente" busca ajustar automaticamente o direito à aposentadoria
|    conforme o aumento da expectativa de vida.
|    * Insegurança Social: Ao estabelecer uma regra que se ajusta "para não ter que fazer reforma a cada 5 ou 10
|    anos", o projeto institucionaliza a incerteza para o trabalhador, empurrando a saída do mercado de trabalho para
|    um horizonte cada vez mais distante.
|    * Desoneração e Informalidade: A "desoneração total da folha salarial" é apresentada como solução para a
|    informalidade, mas, na prática, retira as bases de financiamento da Seguridade Social, desprotegendo o
|    trabalhador em nome da redução do "Custo Brasil".
|    Conclusão
|    O plano econômico de Zema é a expressão de um liberalismo ortodoxo que enxerga o Estado e os direitos
|    trabalhistas como entraves à expansão do capital. Ao focar na redução radical de gastos, abertura comercial
|    irrestrita e desregulamentação total do trabalho, o projeto não busca apenas "fazer o brasileiro prosperar", mas
|    sim criar um ambiente de exploração máxima onde o lucro é soberano e o trabalhador é reduzido a uma mercadoria
|    de uso contínuo e sem garantias.
|    Gostaria que eu fizesse uma comparação entre este plano e as políticas econômicas atuais para entender os
|    principais pontos de ruptura?
|    reply
TAnOTaTU -- 28d [parent] 
|    https://web.archive.org/web/20240427031421/https://administracaoml.files.wordpress.com/2017/04/economia_-modo-de
|    -usar-ha-joon-chang.pdf
|    
|    Esta resenha crítica analisa a obra "Economia: Modo de Usar", de Ha-Joon Chang, sob uma perspectiva marxista,
|    focando em como o autor desafia a hegemonia neoclássica e resgata a importância da produção e das classes
|    sociais.
|    Introdução: A Economia como Campo de Batalha Político
|    Diferente dos manuais convencionais que apresentam a economia como uma ciência exata e neutra, Ha-Joon Chang
|    propõe que a disciplina é, essencialmente, um argumento político. Sob a ótica marxista, essa abordagem é
|    fundamental, pois desmascara a tentativa da escola neoclássica de converter relações sociais de exploração em
|    meras fórmulas matemáticas de "escolha racional". Chang argumenta que 95% da economia é bom senso e que o jargão
|    técnico serve frequentemente para excluir o público do debate sobre a distribuição de recursos.
|    O Resgate da Produção e das Classes Sociais
|    Uma das maiores convergências entre a obra de Chang e o pensamento marxista é a crítica ao foco excessivo no
|    consumo e na troca. Chang aponta que a escola neoclássica negligencia a esfera da produção, tratando-a como uma
|    "caixa preta".
|    * A Centralidade do Trabalho: O autor destaca que, enquanto a visão dominante foca no mercado, a produção é onde
|    a vida social é de fato moldada.
|    * A Empresa como Hierarquia: Citando explicitamente Marx, Chang descreve as empresas capitalistas como "ilhas de
|    planejamento racional em um mar anárquico de mercado". Essa visão rompe com a ideia de que o capitalismo é um
|    sistema puramente espontâneo, revelando as estruturas de comando e poder dentro das fábricas.
|    Pluralismo vs. Determinismo
|    Chang apresenta nove escolas de pensamento, incluindo a marxista, defendendo que nenhuma tem o monopólio da
|    verdade.
|    * Contribuições do Marxismo: O autor reconhece a utilidade da escola marxista para entender o desenvolvimento
|    tecnológico como motor do capitalismo e a natureza do conflito entre capital e trabalho.
|    * Limitações Apontadas: Por outro lado, Chang critica o que chama de "falhas fatais" do marxismo tradicional,
|    como a previsão não concretizada do colapso inevitável do capitalismo e a rigidez de regimes que seguiram
|    interpretações estritas da teoria. Sob uma perspectiva marxista crítica, essa visão de Chang pode ser vista como
|    reformista, pois ele busca "consertar" o capitalismo através do pluralismo e da intervenção estatal, em vez de
|    defender a superação total do sistema.
|    Crítica às Instituições e ao "Livre" Mercado
|    O livro demonstra que o mercado não é uma entidade natural, mas uma construção política definida por regras e
|    leis.
|    * Poder e Status Quo: Chang argumenta que aceitar o mercado como "livre" é, na verdade, aceitar a distribuição
|    de poder vigente.
|    * Mudança Social: Ele enfatiza que o que parece "impossível" economicamente é, muitas vezes, apenas uma
|    restrição política que pode ser alterada por meio da organização social. Essa ideia ressoa com a famosa tese de
|    Marx de que "os homens fazem sua própria história", embora sob condições dadas.
|    Conclusão
|    "Economia: Modo de Usar" serve como uma ferramenta de desmistificação. Para um leitor marxista, a obra é valiosa
|    por fornecer dados e argumentos que comprovam a natureza política da economia e a centralidade da produção.
|    Embora Chang não defenda a revolução socialista, seu convite para que o cidadão comum recupere a soberania sobre
|    as decisões econômicas é um passo essencial para qualquer projeto de transformação social que vise reduzir a
|    desigualdade e a exploração.
|    reply [2 replies]
TAnOTaTU -- 27d [parent] 
|    https://web.archive.org/web/20260330145509/https://eco3min.fr/en/us-inflation-is-not-linear/
|    
|    {{cite web
|    | title = The Inflation Tax: 113 Years of US CPI Data (1913–2026)
|    | url = https://eco3min.fr/en/us-inflation-is-not-linear/
|    | date = 2026-03-30
|    | archiveurl = http://archive.today/XfgsD
|    | archivedate = 2026-03-30 }}
|    
|    Resenha Crítica: A Ilusão da Estabilidade e a Anatomia do Roubo Sistêmico
|    O relatório de pesquisa da Eco3min (2026), intitulado "A Taxa de Inflação: 113 Anos de Dados do CPI dos EUA
|    (1913–2026)", oferece uma radiografia técnica e quantitativa da desvalorização do dólar americano ao longo de
|    mais de um século. Embora o documento se apresente sob uma ótica de análise de dados de mercado, uma leitura a
|    partir do materialismo histórico-dialético revela que o que os autores chamam de "quebras de regime" ou
|    "episódios de destruição de poder de compra" são, na verdade, manifestações das crises inerentes ao processo de
|    acumulação capitalista e da função do Estado como garantidor da rentabilidade das elites.
|    A Inflação como Mecanismo de Transferência de Valor
|    O dado central do relatório é acachapante: o dólar perdeu 96,9% de seu valor desde 1914. Para o marxismo, a
|    inflação não é um fenômeno meramente técnico ou um "vazamento lento", como o texto tenta desmistificar; é uma
|    ferramenta de transferência de mais-valia. Quando o relatório aponta que a destruição ocorre em "surtos
|    concentrados" — como na Primeira e Segunda Guerras Mundiais e na crise pós-COVID — ele descreve momentos onde o
|    capital, para superar suas crises de superprodução ou os custos de sua expansão imperialista, sacrifica o
|    salário real da classe trabalhadora.
|    Os quatro episódios destacados (1916–1920, 1941–1951, 1968–1982 e 2021–2023) representam 72% da perda total de
|    poder de compra em apenas 29% do tempo. Sob a perspectiva marxista, esses períodos coincidem com o esforço de
|    guerra (destruição criativa de capital) e com a resposta estatal às quedas na taxa de lucro. O episódio da
|    "Grande Inflação" (1968–1982), responsável sozinho por 30,2% da destruição, marca o colapso do sistema de
|    Bretton Woods e a transição para o regime de capital financeiro desregrado, onde o papel-moeda se descola
|    definitivamente de qualquer lastro material para servir à expansão do capital fictício.
|    O Fim da Deflação e a Armadilha do Assalariado
|    Um ponto crucial do relatório é a observação de que a deflação "desapareceu essencialmente" da economia
|    americana após 1950. O autor nota que, antes disso, os preços subiam nos auges e caíam nas crises. A eliminação
|    da deflação pelo sistema de metas de inflação moderno revela a face assimétrica do capitalismo tardio: os ganhos
|    de produtividade (fruto do trabalho) não são mais repassados aos trabalhadores via redução de preços. Em vez
|    disso, o Estado intervém para garantir que os preços "apenas subam", protegendo o valor nominal das dívidas e
|    dos ativos da classe dominante, enquanto o salário real — o preço da força de trabalho — sofre erosão constante.
|    A Resposta do Capital: O Choque Volcker e a Austeridade
|    O documento cita o "Pico Volcker" de 1980 como o momento em que a inflação foi "quebrada" por taxas de juros
|    superiores a 19%. Na perspectiva da luta de classes, o que o relatório chama de "ajuste" foi um ataque frontal
|    ao trabalho. O desemprego de 10,8% gerado por essa política serviu para disciplinar a classe operária, aumentar
|    o exército industrial de reserva e restaurar as condições de exploração que permitiram a era neoliberal.
|    Conclusão
|    Embora o relatório da Eco3min forneça ferramentas úteis para investidores, ele falha ao não nomear o
|    beneficiário dessa "destruição". O poder de compra não desaparece no vácuo; ele é apropriado. A "normalização"
|    para uma inflação de 2,4% em 2026 nada mais é do que o retorno a uma taxa "aceitável" de expropriação silenciosa
|    do trabalho. Para o observador marxista, os 113 anos de dados do CPI são a prova documental de que, no
|    capitalismo, a moeda não é um neutro meio de troca, mas uma arma de dominação de classe que garante que,
|    independentemente da crise, o custo da sobrevivência recaia sempre sobre os ombros de quem produz.
|    Você gostaria que eu analisasse como esses dados de inflação se comparam especificamente ao crescimento dos
|    salários reais no mesmo período?
|    reply
TAnOTaTU -- 26d [parent] 
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     | title = ECONOMISTA AGORA TEM QUE SER PROGRAMADOR!?? : Economia
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     | date = 2026-03-31
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     reply

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